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Artesanato do Circuito das Cerâmicas do Alto Vale do Ribeira disponível na Tok&Stok


Olha só ! O artesanato do Circuito das Cerâmicas do Alto Vale do Ribeira está disponível em mais um canal de venda, agora na Tok&Stok. Uma grande conquista para o grupo de artesãs de Apiaí! O Circuito é reconhecido pela Secretaria de Turismo do Estado de Sp e pelo Ministério do Turismo.

Foto: Facebook/ RotadasCavernas

O futuro nas próprias mãos


O projeto de geração de renda apoiado pelo Instituto Camargo Correa e executado pelo Instituto Meio está na Revista Época Negócios de setembro. O grupo Arte Nas Mãos aumentou o faturamento em 286% em um ano, após capacitações técnicas, gerenciais e de design. Investimentos no local de produção e uma maromba tornaram o trabalho mais eficiente. Aproximação com lojistas e material de comunicação ampliaram o mercado potencial para todo o Brasil. Cada vez mais jovens participam da atividade junto com os pais. Mais qual é o segredo para tanto sucesso? Sem dúvida é o protagonismo da comunidade e a vontade deste grupo de mulheres em tornar a cerâmica tradicional a principal fonte de renda. Empresas da região e o governo municipal viraram aliados e juntos irão mudar a realidade do Bairro Encapoeirado na pequena cidade de Apiaí.

Leia a matéria aqui.

O papel das ONG’s no século XXI


 

Hoje será lançado oficialmente o Programa de Erradicação da Miséria do Governo Dilma. Os três eixos principais são: a inclusão produtiva, a garantia de renda e o acesso a serviços públicos. O governo, pela primeira vez em décadas de assistencialismo, oficializou que a inclusão produtiva será a saída para a inclusão econômica e social de mais de 16 milhões de brasileiros. As ONG’s, como organizações sociais da sociedade civil, tem e terão um papel importante neste processo, passando de organizações assistenciais para organizações focadas na inclusão produtiva. Este processo ainda precisa se fortalecer, fazendo com que o chamado setor 2.5 se fortaleça. O Instituto Meio acredita, desde a sua fundação em 2005, que a inclusão produtiva traz cidadania, reforça os laços sociais na comunidade, da oportunidades a jovens, leva às regiões rurais novas perspectivas, aumenta a autoestima, etc. A profissionalização das ONG é um passo fundamental para que elas possam abraçar este novo desafio e contribuir efetivamente para a inclusão produtiva no País. Veremos cada vez mais administradores, economistas, empreendedores, experts em marketing, etc. atuarem junto as ONG do século XXI. Ao mesmo tempo veremos cada vez mais empresas focarem seus investimentos sociais em programas de geração de renda.

Buriti do Maranhão – Um projeto de comércio justo e solidário


A cadeia produtiva da fibra buriti no Maranhão foi escolhida por se destacar no cenário nacional de artesanato. Está localizada na região de um dos principais destinos turísticos do país, os Lençóis Maranhenses e a oferta da matéria-prima se localiza em torno às áreas de preservação ambiental. Por outro lado, é uma das atividades econômicas mais importantes da região, que se caracteriza pelos baixo índices de IDH. Em busca de oportunidades de comercialização mais justa, iniciamos em parceria com o SEBRAE o projeto Buriti do Maranhão.

O projeto teve duração de 12 meses e iniciou no mês de maio de 2009 com o objetivo de preparar os principais empreendimentos artesanais da cadeia da fibra de buriti para atenderem aos princípios do mercado do comércio justo, agregando valor aos seus produtos, gerando renda aos artesãos de forma sustentável e contribuindo para o desenvolvimento socioambiental das comunidades nas quais estão inseridos.

Para o projetos foram selecionadas comunidades que atendem aos seguintes pré-requisitos:

  • O buriti ser fonte de renda para as famílias se apresentando como uma alternativa à agricultura familiar.
  • Baixa renda e escolaridade dos participantes.
  • Emprego de antigas técnicas de tecelagem e de crochê repassadas de uma geração para a outra.
  • Oferta da matéria-prima localizada perto de áreas de preservação ambiental (matas ciliares)

As comunidades selecionadas estão localizadas nas pequenas cidades de Tutóia e Barreirinhas, na região dos Lençóis Maranhenses e de Alcântara, região da Grande São Luís, no povoado de Santa Maria.

Os artesãos de Barreirinhas estão organizados sob forma de cooperativa (ARTECOOP – Cooperativa dos Artesãos dos Lençóis Maranhenses), na qual os 65 integrantes do projeto estão afiliados. A cooperativa possui loja própria na localidade e se beneficia do fluxo tristico na temporada.

Em Tutóia, os 75 artesãos estão organizados em uma associação (Associação dos Artesãos Esperança do Bairro Monte Castelo e Adjacências). Possuem poucas oportunidades de venda no local e dependem 100% de encomendas de outras cidades.

Em Santa Maria, um povoado isolado, onde a energia elétrica chegou há pouco tempo, os 50 artesãos não estão organizados em cooperativas ou associações. Atualmente possuem uma pequena loja no terminal fluvial de Alcântara, local com melhor acesso a serviços como correio e banco.