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O futuro nas próprias mãos


O projeto de geração de renda apoiado pelo Instituto Camargo Correa e executado pelo Instituto Meio está na Revista Época Negócios de setembro. O grupo Arte Nas Mãos aumentou o faturamento em 286% em um ano, após capacitações técnicas, gerenciais e de design. Investimentos no local de produção e uma maromba tornaram o trabalho mais eficiente. Aproximação com lojistas e material de comunicação ampliaram o mercado potencial para todo o Brasil. Cada vez mais jovens participam da atividade junto com os pais. Mais qual é o segredo para tanto sucesso? Sem dúvida é o protagonismo da comunidade e a vontade deste grupo de mulheres em tornar a cerâmica tradicional a principal fonte de renda. Empresas da região e o governo municipal viraram aliados e juntos irão mudar a realidade do Bairro Encapoeirado na pequena cidade de Apiaí.

Leia a matéria aqui.

Agricultores de Rondônia discutem desenvolvimento comunitário e geração de renda


Aumentar a geração de renda e associar a renda à qualidade de vida é um ideal de futuro que foi discutido em capacitações para o desenvolvimento comunitário entre os dias 9 e 11 de agosto nas comunidades de União Bandeirantes, Abunã e Joana D’arc, localidades atendidas pelo projeto Tempo de Empreender Rondônia, uma iniciativa do Instituto Camargo Correa. As comunidades rurais estão localizadas no entorno da Usina Hidrelétrica de Jirau (UHE Jirau), no município de Porto Velho. A oficina de trabalho e renda, ministrada pelo presidente do Instituto Meio, Lars Diederichsen, ajudou a reforçar a visão da necessidade de planejar o próprio negócio, assim como trocar experiências na comunidade e potencializar a vocação para o desempenho de qualquer atividade produtiva na comunidade. Para realizar esta tarefa estão sendo formandos os Comitês de Desenvolvimento Comunitário, integrados por representantes do poder publico, da sociedade civil incluindo os beneficiados dos projetos e demais agentes que possam contribuir para o desenvolvimento social, ambiental e econômico das comunidades.

O papel das ONG’s no século XXI


 

Hoje será lançado oficialmente o Programa de Erradicação da Miséria do Governo Dilma. Os três eixos principais são: a inclusão produtiva, a garantia de renda e o acesso a serviços públicos. O governo, pela primeira vez em décadas de assistencialismo, oficializou que a inclusão produtiva será a saída para a inclusão econômica e social de mais de 16 milhões de brasileiros. As ONG’s, como organizações sociais da sociedade civil, tem e terão um papel importante neste processo, passando de organizações assistenciais para organizações focadas na inclusão produtiva. Este processo ainda precisa se fortalecer, fazendo com que o chamado setor 2.5 se fortaleça. O Instituto Meio acredita, desde a sua fundação em 2005, que a inclusão produtiva traz cidadania, reforça os laços sociais na comunidade, da oportunidades a jovens, leva às regiões rurais novas perspectivas, aumenta a autoestima, etc. A profissionalização das ONG é um passo fundamental para que elas possam abraçar este novo desafio e contribuir efetivamente para a inclusão produtiva no País. Veremos cada vez mais administradores, economistas, empreendedores, experts em marketing, etc. atuarem junto as ONG do século XXI. Ao mesmo tempo veremos cada vez mais empresas focarem seus investimentos sociais em programas de geração de renda.

Varejo em MS aposta no design

por institutomeio em SEBRAETEC Comentários: 0

Uma rua de comércios está mudando na pequena cidade de Costa Rica em Mato Grosso do Sul. O Instituto Meio, através do programa Sebraetec, apóia o comércio varejista na implantação de novas fachadas, identidade visual e lay-out interno das lojas. Um banho de loja para aumentar o conforto para o cliente e o bolso do comerciante!